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A farsa dos superalimentos

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CURIOSIDADE

 

 

Quinoa, bagas de goji, açaí, sementes de chia, chá de maçã, óleo de coco, espirulina, couve ou espelta: cada vez mais produtos de nome estranho e procedência quase sempre exótica se amontoam nas prateleiras de lojas de alimentação e supermercados. Estes são alguns dos chamados superalimentos, segundo especialistas, uma categoria criada mais pelo marketing e as redes sociais do que pela comunidade científica, reporta a edição brasileira do El País.

É frequente ver na Internet supostas propriedades benéficas com efeitos miraculosos para a saúde atribuídas a esses produtos. Mas na grande maioria dos casos não há evidências científicas que confirmem essas virtudes. Nutricionistas ouvidos pelo El País dizem que nenhum produto em si pode ser um superalimento e que uma dieta saudável tem de ser equilibrada e variada. Eles concordam em que alimentos saudáveis são abundantes em nosso ambiente habitual e não é necessário procurá-los do outro lado do mundo.

Leia aqui a íntegra da reportagem.

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