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{ ARTIGO }

A melhor foto do réveillon veio de Copacabana

Imagens desse tipo são uma arte, e nesse caso percebe-se por várias razões, escreve o economista Roberto Macedo

 

 

 

Roberto Macedo, economista e colaborador do Espaço Democrático

 

Edição: Scriptum

 

 

Todo o ano o mesmo acontece. Antes do réveillon aqui no Brasil, olhando o noticiário da televisão recebemos notícias dele, em países onde acontece antes, por conta dos fusos horários mais adiantados, como na Europa.

Em geral, as notícias vêm com o espoucar de fogos de artifício, ilustradas por fotos e vídeos coloridos. Na noite do réveillon vi várias dessas notícias, mas não fiquei diante da televisão à meia-noite no Brasil. No dia seguinte, contudo, vendo os jornais on-line, deparei-me com foto que me pareceu a mais bonita de todas as que vi sobre o réveillon aqui e noutros países. Não é um vídeo, mas ela foi colhida num momento em que os fogos foram simultaneamente explodidos.

Fotos desse tipo são uma arte, e nesse caso ela se percebe por várias razões. O fotógrafo escolheu o plano horizontal para bem captar a amplitude do espetáculo como um todo. Registre-se também que ele fotografou as explosões no auge do seu efeito artístico. E isso envolveu um trabalho tecnológico muito importante lá embaixo, pois além das balsas com explosivos, vi em reportagens pela televisão que ali havia uma parafernália de controles elétricos e eletrônicos para que os fogos de artifício fossem lançados ao mesmo tempo, e em seguida detonassem no mesmo instante.

E mais: o fotógrafo registrou a foto a partir de um local onde foi possível colocar, no primeiro plano, a imagem do Cristo Redentor, o maior ícone do Rio de Janeiro, imagem essa internacionalmente reconhecida como tal.

E quem foi o fotógrafo? Fernando Maia, da Prefeitura do Rio. Merece um prêmio pelo trabalho que realizou, seja da própria prefeitura ou competindo com a foto em premiações nacionais e internacionais.


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