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Thiago Peixoto: “Desenvolvimento e competitividade: o desafio de avançar”

O secretário de Gestão e Planejamento do Estado de Goiás escreve sobre o desafio de desenvolver políticas que permitam o crescimento do Estado mesmo em tempos de crise.

Thiago Peixoto é deputado federal licenciado pelo PSD, economista e secretário de Gestão e Planejamento do Estado de Goiás

Tornar Goiás o estado mais competitivo do Brasil é um grande desafio. Não só no aspecto empresarial, mas principalmente no âmbito do desenvolvimento econômico e social. Afinal, o desenvolvimento sempre está vinculado à melhoria de uma série de indicadores sociais que impactam positivamente na qualidade de vida do cidadão.

Há pelo menos uma década, a economia goiana tem crescido acima da média nacional e em muitas ocasiões liderou o ranking de geração de empregos. Apesar do cenário nacional para os próximos anos ser bastante crítico, com estagnação econômica, as condições de Goiás são favoráveis.

Temos ainda a melhor educação pública do país no ensino médio, segundo o ranking nacional do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), e o menor nível de desigualdade social da região Centro-Oeste, de acordo com o coeficiente Gini. Somos a nona renda domiciliar per capita do Brasil, com boa concentração de empregos no setor industrial.

Mesmo com um cenário promissor, é preciso uma atenção muito especial em planejar o futuro. Com isso, conseguiremos levar nosso estado a ter uma das economias mais competitivas e dinâmicas do Brasil. Goiás deve caminhar, a partir de agora, baseado em três eixos principais: a melhoria da qualidade de vida, a ampliação da competitividade e a consolidação de uma gestão pública eficiente.

Um estado competitivo tem uma educação de qualidade, um serviço de saúde satisfatório, alta expectativa de vida, desenvolvimento social adequado, juventude motivada e cheia de oportunidades, baixo déficit habitacional, baixa mortalidade infantil, baixas taxas de homicídio, bom índice de transparência, ótimas rodovias e um crescimento econômico pujante, com PIB per capita elevado.

O governador Marconi Perillo promoveu forte enxugamento da máquina governamental focado em maior qualidade do gasto público. A partir da reforma implementada no final de 2014, o governo passa a economizar na atividade meio para garantir mais recursos para as atividades finalísticas. Cada centavo de custeio poupado vai virar um bom investimento para o estado.

Com a estrutura administrativa mais enxuta do Brasil, Goiás aumentará seu poder de investimento e a capacidade de captação de recursos externos.

A missão da Secretaria de Gestão e Planejamento é garantir que o avanço de Goiás se fortaleça, mesmo em tempos de crise no Brasil. Com uma política moderna de planejamento baseada não somente na intuição, mas na análise consistente de dados e monitoramento constante de indicadores da eficiência governamental, o estado poderá estabelecer e alcançar metas de excelência na produtividade dos seus agentes e na qualidade da prestação de serviços.

Goiás colherá bons frutos por implementar, agora, um plano estratégico de desenvolvimento. Sem dúvida, esse é o primeiro passo para tornar nosso estado mais atrativo e competitivo em relação a outras unidades da federação. Mas a proposta visa também mobilizar, comprometer e unir as principais forças políticas, econômicas e sociais em torno de uma visão de futuro compartilhada de sustentabilidade.

Trata-se de uma proposta de agenda de estado, e não apenas de um governo, que irá gerar uma série de benefícios econômicos e sociais para os goianos, olhando para o futuro de Goiás. Potencial de crescimento não nos falta. Sabemos que gestão eficiente é o caminho para tornar o serviço público capaz de atender as demandas da população com a urgência necessária. E com planejamento e liderança, podemos continuar trilhando o caminho certo do desenvolvimento.


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