A crise pode estimular a automação?

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“Recessão é quando o vizinho perde o emprego, depressão é quando você o perde”. Esta frase atribuída a Truman, que Esther Duflo, Nobel de Economia, citou em entrevista dada a Amanda Mars, do jornal El País. Uma parte dessa entrevista foi concedida antes da tempestade global gerada pela pandemia do coronavírus; e concluída no momento em que o mundo atravessa uma das mais severas crises sanitária e econômica. Leia a íntegra.

Quando a jornalista fez o primeiro contato com Duflo, apesar de alguns procedimentos já adotados por conta do isolamento social, o mundo era um. Há uma semana, quando foi concluída a conversa, o mundo é outro.

A economista francesa trabalha a partir de dados científicos. Sua abordagem na luta para a diminuição da pobreza juntamente com Abhijit Banerjee e Michael Kremer rendeu a eles o Prêmio Nobel de Economia em 2019.

Em seu laboratório, o J-PAL, do MIT (Massachussets Institut of Tecnology), criado com seu marido Abhijit Banerjee, são projetadas estratégias que usam metodologia semelhante à aplicada em testes clínicos. No livro, que antes da pandemia estava previsto para ser publicado no Brasil, Good Economics for Hard Times (Boa Economia para Tempos Difíceis – Ed. Zaahar), Dufflo e Banerjee desmontam várias teorias pré-concebidas a respeito da economia e de como ela pode ajudar a resolver nossos problemas.

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