As cidades mais caras do mundo para viver

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Paris é uma das lideres entre as cidades com custo de vida mais elevado

 

Em um ano marcado pela pandemia do coronavírus, o ranking mais recente das cidades mais caras para se viver no mundo, da revista inglesa The Economist teve algumas variações sobre o último estudo de 2020, realizado em março. A nova pesquisa mostra como a pandemia afetou os preços de bens e serviços em mais de 130 cidades durante o segundo semestre 2020.

Paris, capital da França, e Zurique, capital da Suíça, uniram-se a Hong Kong, na China, para completar o trio de cidades empatadas com o custo de vida mais elevado. Elas substituíram a cidade-estado Singapura e Osaka, no Japão, aponta o estudo da The Economist Intelligence Unit. em reportagem publicada pela Infomoney (leia a íntegra aqui).

Cidades importantes da Ásia, principalmente as grandes metrópoles dos “Tigres Asiáticos” (Hong Kong, Coreia do Sul, Singapura e Taiwan) dominavam os rankings passados e sofreram bastante com as reformulações que a pandemia causou nos mercados internos. Levando em conta os últimos 12 meses, a capital iraniana Teerã foi a que teve o maior salto de posições no ranking. Ela subiu 27 colocações, passando da 106ª posição para a 79ª.

Entre as maiores cidades mais caras para se viver na América do Sul, Buenos Aires aparece na frente apenas de Caracas, capital da Venezuela. A capital argentina está atrás de grandes metrópoles latinas, como Quito, no Equador, Assunção, no Paraguai, Montevidéu, no Uruguai, e as cidades brasileiras São Paulo e Rio de Janeiro.

Ainda que as cidades brasileiras estejam na frente da capital argentina, o Brasil, representado por São Paulo e Rio de Janeiro, caiu bastante no ranking geral. As cidades empataram na 119º posição geral, após caírem 23 colocações em comparação com o estudo do começo deste ano.

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