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As maravilhas arquitetônicas da milenar ‘Manhattan do deserto’

Construídos com materiais naturais, os arranha-céus do Iêmen são responsáveis por um ambiente arquitetônico único

As cidades de Zabid, Shibam e a cidade velha de Saná (foto) foram reconhecidas como Patrimônio Mundial da Unesco.

 

 

 

Construídos com materiais naturais, os arranha-céus do Iêmen, edificados há mais de 300 anos, são responsáveis por um ambiente arquitetônico único.

A reportagem da BBC News, publicada no g1, conta como é a sensação de estar entre os altos e esguios edifícios do país árabe. As construções se adaptam ao clima quente e seco do deserto e estão amontoadas em áreas estreitas. Lá os prédios se interligam e convivem com hortas e antigos mercados.

O Iêmen está repleto destes altos edifícios. Eles podem ser vistos tanto nas cidades menores como nas maiores. Este é o caso da famosa Shibam, que foi apelidada de “a Manhattan do deserto” na década de 1930 pela exploradora anglo-italiana Dame Freya Stark. Em Saná, a capital do Iêmen, ao atravessar o Bab-al-Yaman, o enorme portão de acesso à antiga cidade, a sensação é a de estar sendo transportado para um outro mundo.

Muitos podem se perguntar por que os iemenitas construíram assim, apesar de o país ter vasta extensão de deserto. Quem responde é a arquiteta Salma Samar Damluji. Segundo ela, havia um muro que separava as vilas e cidades das áreas desérticas. A construção destes prédios foi uma forma de impedir o desenvolvimento urbano. Afinal, qualquer espaço viável para a agricultura era considerado muito valioso em pleno deserto.

O estilo arquitetônico dos arranha-céus do Iêmen é tão único que as cidades de Zabid, Shibam e a cidade velha de Saná foram reconhecidas como Patrimônio Mundial da Unesco.


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