Cabo submarino pode mudar a internet no Brasil

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Implantação do cabo de fibra ótica na cidade de Sines, em Portugal

 

Desde a semana passada América Latina e Europa estão ligados por um cabo submarino de fibra ótica. O EllaLink, como é conhecido, promete internet mais rápida e estável e será usado para fins comerciais e de pesquisa.

De Fortaleza, enviando informações de São Paulo e Rio de Janeiro, com uma ligação com a Guiana Francesa, o EllaLink segue em direção a Portugal onde é interligado por cabos terrestres a Espanha e França. No Oceano Atlântico, ele também se conecta com Cabo Verde, Mauritânia e Marrocos, além de Ilha da Madeira e Ilhas Canárias.

Reportagem de Victor Hugo Silva, para o G1, explica como cabo submarino pode mudar a internet brasileira para melhor.

Basicamente o EllaLink traz duas novas melhorias com os seus 6 mil quilômetros de fibra ótica. Uma é a alta velocidade e baixa latência, que é o tempo que uma informação leva para sair de um ponto ao outro. Isso é útil para serviços que têm um tráfego intenso de dados e exigem um tempo de resposta curto, como jogos on-line e transmissões ao vivo. Outra é a segurança, já que a conexão direta entre Brasil e Portugal diminui riscos. Os dados já não precisam passar por equipamentos de outros países, como os Estados Unidos.

Além da ligação com a Europa, o governo brasileiro se juntou a Argentina, Austrália e Nova Zelândia no projeto de um cabo submarino de fibra ótica que ligará a América do Sul à Ásia e à Oceania. Conhecido como Humboldt, o projeto custará em torno de US$ 400 milhões e prevê um cabo com capacidade inicial de transmissão de dados de 400 Gbps.

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