Com isolamento, cai a poluição do ar em São Paulo

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CORONAVÍRUS

A Cetesb tem registrado qualidade de ar boa para os poluentes primários que são produzidos diretamente por fontes poluidoras.

 

O céu de São Paulo nunca esteve tão límpido como nesses dias de quarentena por causa do coronavírus. Menos carros nas ruas, menos emissão de monóxido de carbono e menos poluição em São Paulo. É o que mostra reportagem distribuída produzida pela Agência Brasil.

Por conta da quarentena estabelecida no Estado de São Paulo, em função da pandemia do novo coronavírus (covid-19), diminuíram as atividades econômicas e por consequência a circulação de veículos, reduzindo as emissões de substâncias poluentes na Região Metropolitana.

A Cetesb tem registrado, desde 20 de março, qualidade de ar boa para os poluentes primários que são produzidos diretamente por fontes poluidoras. Um menor número de veículos circulando, o trânsito mais livre e a ausência de engarrafamentos contribuem para a menor emissão de poluentes.

Porém, a situação deve voltar ao que era antes da pandemia. É o que afirma André Ferretti, gerente de Economia da Biodiversidade da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza e mestre em Ciências Florestais que conclui: é mais do que evidente a necessidade de se investir em políticas públicas ambientais e de mobilidade para controlar essas emissões, como incentivo à combustíveis limpos e motores elétricos, redução de transporte individual por motor a combustão, além de educação para mudar o comportamento das pessoas”.

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