Como chefes de governo têm lidado com o coronavírus

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Países fechando fronteiras, população impedida de sair às ruas, cidades esvaziadas, comércio, escolas, universidades, tudo parado por causa de um inimigo denominado coronavírus (covid-19), potencialmente inofensivo mas que está provocando um colapso global sem precedentes.

“O mundo está em guerra, em guerra de saúde, contra um inimigo invisível”, essas foram as palavras do presidente da França, Emmanuel Macron, ao anunciar medidas drásticas já adotadas por países como Espanha, Portugal e Itália de restringir a circulação das pessoas, seguindo a recomendação da OMS de que se evite aglomerações para conter o coronavírus.

Reportagem de Rafael Balago, da Folha de S. Paulo, mostra como chefes de governo têm lidado com a pandemia em todo o mundo.

Nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump inicialmente deu pouca importância aos fatos; alguns dias depois recuou e anunciou medidas duras, como o veto a voos vindos da Europa e um decreto de estado de emergência.

Na China, o dirigente Xi Jinping, que pouco apareceu no início da crise, agora, com casos, tenta construir a imagem de líder que resolveu o problema e se tornar um exemplo internacional.

A crise do coronavírus também é usada para justificar a xenofobia. Tanto Trump quanto o premiê húngaro, Viktor Orbán, classificaram o vírus como uma doença estrangeira, inflando adeptos de teorias conspiratórias ao redor do mundo.

Neste início de semana, os governos começam a anunciar medidas de estímulo econômico para tentar neutralizar os efeitos dessa guerra silenciosa.

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