Coronavírus de Wuhan tem primeiro caso de paciente ‘supercontagiante’

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CIÊNCIA

 

Autoridades chinesas investigam o primeiro caso em Wuhan de um paciente supercontagiante — tradução livre da expressão inglesa super spreader, usada na medicina –, doente que transmitiu o coronavírus a pelo menos 16 profissionais que o atenderam. Os supercontagiantes são pessoas cuja capacidade de transmitir o vírus, por razões às vezes desconhecidas, é muitas vezes superior à de pacientes comuns, como informa reportagem de Oriol Güell. Para a edição brasileira do El País (leia a íntegra aqui).

O papel desempenhado pelos supercontagiantes mais destacados das epidemias da SARS (em 2002/2003) e MERS (síndrome respiratória do Oriente Médio, que provocou uma epidemia em 2014/2015) já figuram nos anais da medicina por sua importância, além de servirem como referência em Wuhan por também terem sido causados por coronavírus. No caso da MERS, um só paciente de um hospital de Seul contaminou 82 pessoas, entre pacientes, visitantes e outros profissionais, o que responde por quase metade dos 186 contaminados pelo surto que a Coreia do Sul sofreu em 2015.

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