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Em discussão, formas de estímulo ao campismo e ao caravanismo

Novos comportamentos trazidos pela pandemia de covid-19 têm feito crescer as viagens rodoviárias de lazer, mas o segmento de acampamentos turísticos precisa de apoio público

Durante a pandemia, detectou-se o aumento na procura por trailers e motorhomes

Texto: Estação do Autor com Agência Brasil
Edição: Scriptum
As restrições sanitárias por conta da pandemia de covid-19 provocaram diversas mudanças de comportamento e costumes da população. Algumas se dissiparam à medida que a pandemia perdia força. Outras vieram para ficar. É o caso do interesse dos brasileiros pelo chamado Turismo de Proximidade, que tem como principal característica viagens domésticas rodoviárias de até 300 quilômetros.
O Ministério do Turismo e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística identificaram a retomada das viagens de lazer já no ano passado. Durante a pandemia, detectou-se o aumento na procura por trailers e motorhomes, ampliando o espaço para as práticas de campismo e caravanismo, que seguem em alta. Reportagem de Alex Rodrigues para a Agência Brasil traz detalhes do relatório produzido pelos especialistas.
Pesquisa realizada por técnicos da Universidade Federal de Santa Catarina e do Ministério do Turismo aponta que o número de acampamentos turísticos registrados no Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos cresceu 36%, passando de 465 estabelecimentos para 632 entre dezembro de 2021 e o fim de junho de 2022. A conclusão de que houve um crescimento é compartilhada por Alexandre Boff, presidente da maior feira brasileira de campismo e caravanismo do Brasil, a Preview Expo Motorhome.
Considerando dados do relatório, especialistas da UFSC e do Mtur sugerem que o poder público, a partir de compromissos a serem cumpridos por empresas concessionárias de rodovias e parques nacionais, implementem pontos de apoio aos viajantes rodoviários.
Outro aspecto destacado é a necessidade de resolver a inconsistência de dados sobre campismo e caravanismo. Segundo os autores do relatório, a carência de informações confiáveis “prejudica a compreensão e a caracterização dos dois segmentos e, consequentemente, dos desafios, necessidades e possibilidades para o desenvolvimento e a estruturação, bem como a formulação de políticas públicas e ações de incentivo a estas práticas”.

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