Falta de equipamento de lazer prejudica morador da periferia de SP

Compartilhe
TwitterFacebookWhatsApp

NÃO DEIXE DE LER

 

Vista da favela de Paraisopolis, na zona sul de São Paulo

A verdade é secular: uma mente saudável constrói um corpo são. Especialistas são unânimes em afirmar que doses frequentes de lazer e arte previnem doenças e ajudam a manter a saúde. As cidades precisam oferecer espaços e formas de lazer para quem vive nelas, seja no centro, no bairro ou na periferia. Está posto mais um desafio aos candidatos e candidatas à Prefeitura de São Paulo. O desequilíbrio no acesso aos bens culturais e de lazer mostra mais uma face da desigualdade social da cidade. Estamos diante de uma questão de saúde que requer políticas públicas. Investir em equipamentos que promovam cultura, esporte e lazer pode contribuir na redução de gastos considerando que tais atividades previnem doenças.

As pessoas que não possuem outra atividade além do trabalho estão propensas a desenvolver crises de ansiedade e quadros depressivos. Na opinião da médica psiquiatra Gabriela Galvão o lazer previne essas doenças e estimula reações químicas no cérebro que trazem sensação de prazer e combatem o estresse.

Na matéria de Adriana Ferraz e Bianca Gomespublicada no Estadão, é possível comparar as atividades de lazer e cultura de dois moradores da mesma cidade que são atendidos nesses quesitos de formas opostas. Uma é moradora da Vila Misericórdia, na zona Sul da capital. Outro vive em Higienópolis, bairro nobre do centro expandido da cidade (Veja a íntegra aqui)

  Publicações

  Para pensar