Há 100 anos era descoberta a insulina, vital para diabéticos

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Aparelho mede a glicemia do paciente

 

Uma das maiores conquistas da medicina entrou em cena há cem anos e é vital para os portadores de diabetes. A partir da descoberta da insulina o diagnóstico da doença deixou de ser uma sentença de morte.

Estima-se que 463 milhões de adultos do globo tenham diabetes. Destes, cerca de 32 milhões vivem na América do Sul e América Central. No Brasil, o Atlas da Federação Internacional de Diabetes (IDF, do inglês) estimou, no ano de 2019, em 17 milhões o número de diabéticos, sendo que quase 8 milhões não são diagnosticados.

O site DW Brasil traz reportagem assinada por Gudrun Heise sobre os avanços das várias terapias disponíveis a partir do uso da insulina, e o esforço dos pesquisadores para otimizar ainda mais os tratamentos disponíveis.

Em 1921, os pesquisadores canadenses Frederick Grant Banting e Charles Best conseguiram isolar a insulina do pâncreas canino. Papel fundamental na pesquisa desempenharam J.R. MacLeod, que supervisionou o trabalho de pesquisa, e James Collip que modificou o extrato do pâncreas para que pudesse ser usado em ensaios clínicos.

As pesquisas e avanços são inúmeros. Com o passar dos anos, ficaram cada vez mais sofisticados os métodos de fornecer insulina ao corpo humano. A grossa seringa com o bulbo de vidro há muito tempo está obsoleta.

Tudo indica que num futuro próximo, grande parte da pesquisa sobre diabetes será realizada utilizando algoritmos e tecnologia sensorial. Isto poderia otimizar a terapia e levá-la ao ponto em que o paciente teria muito mais conforto e liberdade.

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