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{ CURIOSIDADE }

Indústrias e médicos disputam futuro dos transplantes fecais

Terapia é usada contra infecção por Clostridioides difficile e tem sido testada contra obesidade e parkinson

Cultura de bactérias fecais em tubos de ensaio

 

Uma nova guerra está sendo travada nos tratamentos de saúde, com centenas de milhões de dólares em jogo e milhares de vidas na balança. A batalha das companhias farmacêuticas contra médicos e grupos de defesa de pacientes está sendo travada sobre a mais improvável das substâncias, o excremento humano, informa o New York Times em reportagem de Andrew Jacobs – leia aqui a íntegra.

A luta é sobre o futuro dos transplantes de microbiota fecal (FMT na sigla em inglês), tratamento revolucionário que se mostrou incrivelmente eficaz no combate à Clostridioides difficile, uma infecção bacteriana debilitante que atinge 500 mil americanos por ano e mata 30 mil.

A terapia transfere matéria fecal de doadores saudáveis para o intestino de pessoas doentes, restaurando o funcionamento benéfico da comunidade de micróbios intestinais que foi dizimada por antibióticos. Os cientistas veem potencial no uso desses organismos para tratar doenças como diabetes e câncer.

No centro da controvérsia está uma questão de classificação: a microbiota fecal que cura C. diff é uma droga, ou é mais como órgãos, tecidos e produtos do sangue que são transferidos de pessoas saudáveis para tratar as doentes?


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