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{ TECNOLOGIA }

Isolamento por coronavírus muda padrão de consumo da internet

O isolamento social imposto pela pandemia do coronavírus aumentou o consumo de Internet e causou mudanças no padrão de consumo da rede. Os brasileiros têm ficado on-line como se fosse domingo: iniciam o uso mais cedo pela manhã, chegando o pico à noite.

 

 

Segundo o IX.br, projeto do Comitê Gestor da Internet no Brasil que promove infraestrutura dos Ponto de Intercâmbio de Internet, houve um aumento do tráfego, mas nada fora do normal. É o que revela matéria de Thiago Lavado, no G1 (leia aqui).

O tráfego de dados usados em conferências de vídeo, serviços de streaming, notícias e sites de comércio virtual subiu desde a declaração da pandemia — principalmente nos países mais afetados.

Na Europa, onde a crise causada pela doença está mais acentuada, os Pontos de Intercâmbio têm apresentado alta no consumo de banda de 10% a 20% em países como Alemanha e Reino Unido — e até 40% na Itália, país com o maior número de casos registrados da doença. A Netflix e o YouTube até pararam de transmitir em alta definição nos países para não sobrecarregar o sistema.

Dados agregados pela Cloudflare, empresa especializada em serviços da Internet, mostram que o consumo tem peculiaridades: durante anúncios televisivos de Emmanuel Macron, presidente da França, o consumo de dados diminuiu, presumivelmente porque os franceses acompanharam pela TV. O mesmo aconteceu quando o governo da Holanda anunciou o fechamento do lojas, em um posicionamento via rádio.

No Brasil, embora alguns aplicativos e sites fiquem fora do ar ou tenham problemas de serviço, especialistas garantem que não haverá interrupção do serviço.


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