“Jovens estão tomando seu lugar na história”, diz Amanda Gorman

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Amanda é ativista por educação, igualdade de gênero, equidade racial e justiça ambiental

 

A jovem que chamou a atenção do mundo no início do ano, pedindo mais união, justiça e ação por parte dos líderes mundiais e também de cada um de nós, declara: “É preciso investir em educação, para assim termos esperança de mudar o mundo. De oferecer um futuro melhor à nossa geração e às próximas”.

Em entrevista para Guilherme Justino, do Um Só Planeta, a escritora norte-americana Amanda Gorman considera a poesia a linguagem do povo. Defende ser ela uma forma de arte pertencente a todos nós e não só a um grupo seleto. Por caminhos diversos, porém com o mesmo objetivo, estão junto a ela Malala e Greta Thunberg. Elas lutam por um mundo mais sustentável, igualitário e justo.

Amanda é ativista por educação, igualdade de gênero, equidade racial e justiça ambiental. Seu recém-publicado livro ilustrado “Canção da Mudança” é um convite para que as crianças contribuam na construção de um mundo mais inclusivo. Com tradução da também poeta negra Stephanie Borges e ilustrações do artista Loren Long, o livro foi lançado em setembro, no Brasil, pela editora Intrínseca.

Ao ser questionada se seu próprio exemplo já vem provocando mudanças no mundo, Amanda Gorman diz sentir que, aos poucos, sua voz está sendo ouvida. Porém, não se vê como um exemplo. Ela diz que para ser uma garota negra de sucesso, não é preciso ser ‘como a Amanda Gorman’. Seu desejo é romper qualquer modelo que ela mesma tenha estabelecido e trabalha para ver a educação fazendo ainda mais diferença no mundo.

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