O argentino que cruzou o Atlântico para ver os pais

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O aargentino Juan Manuel Ballestero navegou sozinho por três meses

 

O navegador e aventureiro argentino Juan Manuel Ballestrero estava no outro lado do Oceano quando foi pego de surpresa pela pandemia de coronavírus. Ele estava ancorado no Arquipélago Madero, em Portugal, há milhares de quilômetros de Mar del Plata, sua cidade natal. Preocupado com a família, decidiu regressar para casa. Reportagem de Veronica Smink, no site BBC Brasil, conta esta aventura (Leia).

Ballestrero comprou um veleiro em Barcelona e o transformou em sua casa flutuante. Com o confinamento social vigente em quase todo o mundo, o argentino se viu em Portugal, isolado e longe da família. A primeira coisa que lhe veio à mente foi zarpar de Madero rumo a Mar del Plata para encontrar seus pais, já idosos.

Em meados de março, munido com cartas náuticas, um rádio de alta frequência e um sistema de identificação automática ele deu início a sua aventura. Atravessar o Oceano Atlântico sozinho e sem comunicação via satélite não soava como uma loucura para ele. Ballestero se mostrava confiante, afinal, havia completado em 2010, nas mesmas condições, uma viagem de Barcelona a Mar del Plata.

Ao final de uma jornada de 82 dias, conseguiu chegar em Mar del Plata a tempo de comemorar o dia dos pais com aquele que o ensinou a velejar, o pescador Carlos, seu pai.

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