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Os jardins suspensos da Baviera

Na área verde de 3,75 quilômetros quadrados, no centro de Munique, é possível caminhar por trilhas, praticar naturismo e até surfar em ondas artificiais

 

 

 

Texto: Estação do Autor com Um Só Planeta/Globo

Edição: Scriptum

 

Uma área verde no centro de Munique, maior do que o Central Park, de Nova York, é motivo de orgulho para seus habitantes. O Englischer Garten, ou “Jardim Inglês”, foi criado pelo príncipe Carlos Teodoro, em 1789. O imenso jardim fincado no coração de Munique tem 3,75 quilômetros quadrados e nele é possível caminhar por inúmeras trilhas, praticar naturismo e até surfar em ondas artificiais.

Leia na reportagem de João Gabriel de Lima para Um Só Planeta como as áreas verdes urbanas na Alemanha vem sendo estudadas, mirando os desafios do futuro num planeta que sofre graves consequências da crise climática.

A Alemanha é o país que mais tem telhados verdes no mundo, sendo Munique a campeã dos “green roofs“. Os jardins suspensos povoam o imaginário coletivo desde que um deles, sem existência comprovada, que supostamente se situava na Babilônia, foi considerado uma das sete maravilhas do mundo antigo. Já no mundo real, cobrir telhados com vegetação é uma prática ancestral, que tem no mínimo mil anos.

Ao longo da história, os telhados verdes se adaptaram e se tornaram uma marca registrada do modernismo mundo afora. No Brasil, o grande marco é o Palácio Capanema, no Rio de Janeiro, construído por uma equipe de arquitetos sob supervisão do franco-suíço Le Corbusier. Foi na Alemanha, no entanto, com subsídios estatais e adesão da iniciativa privada, que a tecnologia se desenvolveu.


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