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Reaquecimento do turismo deve gerar 81,7 mil vagas na alta temporada

Índice de Atividades Turísticas do IBGE mostra que as receitas do setor avançaram 49,1% desde o fim da segunda onda da pandemia

 

Praia de Ipanema, no Rio de Janeiro

 

Texto: Estação do Autor, com EXAME e Agência Brasil

Edição: Scriptum

 

Malas e roteiros turísticos voltam a fazer parte do cotidiano dos brasileiros. Depois de um período de férias em casa, planos de viagens interrompidos pela Covid-19 são aos poucos retomados. O Índice de Atividades Turísticas, apurado pelo IBGE, aponta que o volume de receitas do setor avançou 49,1% desde o fim da segunda onda da pandemia no País.

Os serviços turísticos ganharam fôlego no Brasil a partir da flexibilização do isolamento social e do avanço da vacinação. Reportagem da Agência Brasil, publicada pela EXAME, informa que a previsão é de que o setor gere R$ 171,9 bilhões ao longo da próxima alta temporada.

O estudo do IBGE demonstra que os impactos positivos da flexibilização vêm sendo percebidos na geração de postos de trabalho formal nas atividades turísticas. A maior parte das 126,8 mil vagas abertas foi gerada a partir de maio, quando mais brasileiros foram vacinados.

Fabio Bentes, economista da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, responsável pela pesquisa, analisa que o segmento que mais oferece oportunidades nessa época do ano é o de bares e restaurantes. Para a temporada iniciada este ano, o ramo deverá responder por 77,5% ou 63,4 mil vagas.

Outro setor que se destaca é o de hospedagem. Para a alta temporada 2021/2022, esse segmento deverá responder por 13,8% do total de empregos criados no turismo. Os principais profissionais demandados pelo setor ao longo da próxima alta temporada deverão ser recepcionistas, cozinheiros e auxiliares, camareiros, garçons e auxiliares e auxiliares de lavanderia.

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