Última joia da Paulista, casarão deve virar museu

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Expectativa é que o projeto dê nova vida a este ícone arquitetônico da avenida Paulista.

 

Após um longo processo de litígio entre a família e o governo de São Paulo, o último casarão remanescente da primeira fase residencial da avenida Paulista deve abrigar o Museu da Gastronomia do Estado de São Paulo.

O Governo do Estado lançou um chamamento público para estudos de concessão à iniciativa privada do palacete. Além de restauro e conservação do imóvel, o estudo prevê a edificação de um anexo à construção atual.

Reportagem de José Maria Tomazela para O Estado de S. Paulo conta a história de um dos casarões mais refinados da Paulista, na época em que a alta sociedade paulistana erguia ali suas residências.

Durante muitos anos, o casarão foi a residência da família do coronel Joaquim Franco de Mello, um rico fazendeiro do interior. Depois de seu apogeu, assim como outros, o imóvel amargou um período de abandono. Em 2006, voltou a ser ocupado por um descendente da família. Com a morte do herdeiro, em 2019, o Estado obteve a posse definitiva do palacete.

Frederico Mascarenhas, chefe de gabinete da Secretaria de Cultura, diz que a ideia é transformar o casarão e seu entorno em uma referência, já que a cidade de São Paulo é um polo gastronômico nacional. A expectativa é que o projeto avance dando nova vida a este ícone arquitetônico da avenida Paulista.

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