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{ DIÁLOGOS NO ESPAÇO DEMOCRÁTICO }

A maior lição da pandemia ao Brasil

“Precisamos ter uma saída para nossa dependência”, diz Januario Montone, ex-presidente da ANS e ex-diretor da Anvisa

 

A mais importante das lições que a pandemia do coronavírus vai deixar para o Brasil é a de que o País precisa rever suas políticas públicas para o desenvolvimento científico e tecnológico na área da saúde. “Temos cérebros, bons laboratórios e teríamos condições de desenvolver uma vacina aqui se tivéssemos investimentos”, diz o consultor Januario Montone, ex-presidente da Agência Nacional de Saúde (ANS), ex-diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e ex-secretário municipal de Saúde de São Paulo. Em entrevista ao programa “Diálogos no Espaço Democrático”, gravada em 21 de janeiro para a fundação do PSD e disponível em seu canal do Youtube, Montone destacou que o Brasil precisa de uma política que ofereça uma alternativa de escape. “Não precisamos ser autossuficientes, mas precisamos ter uma saída”.

Na entrevista concedida ao médico sanitarista e sociólogo Antônio Roberto Batista, ao advogado e empresário na área da saúde Helio Michelini Pelaes Neto, ao sociólogo Tulio Kahn, ao cientista político Rogério Schmitt e ao jornalista Sérgio Rondino, Montone destacou que “a descoordenação” em todo o processo fez o Brasil perder oportunidades inclusive para reduzir a dependência externa que tem dos princípios ativos produzidos no exterior. “O Brasil é parte dos BRICS, e dos cinco países que compõem o grupo, três desenvolveram a vacina – China, Rússia e Índia”, lembrou. “Nós estaríamos em condição favorável para fazer um acordo que nos permitisse ser fornecedores mundiais de vacinas, já que temos aqui dois laboratórios públicos, o Butantan e a Fiocruz”.


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