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{ DIÁLOGOS NO ESPAÇO DEMOCRÁTICO }

Coligação em eleições majoritárias precisa ser barrada

“Não faz sentido um partido existir para apoiar a candidatura de outro partido”, diz o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, em entrevista ao programa de TV da fundação

 

 

A legislação eleitoral brasileira, que já proíbe as coligações na eleição proporcional (para vereadores e deputados) e instituiu a cláusula de barreira progressiva até 2030, pode ser ainda mais aperfeiçoada com o veto a coligação de partidos também na eleição majoritária, para cargos executivos. “Não faz sentido um partido existir para a apoiar a candidatura de outro partido”, avalia o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, no programa “Diálogos no Espaço Democrático”, produzido pela TV da fundação do PSD e disponível no Youtube. “Isso é uma jabuticaba da política partidária brasileira, mas acho que o Congresso está se sensibilizando para esta questão e no momento certo vai caminhar para uma decisão”.

Kassab falou durante mais de uma hora, sobre os mais variados temas, a lideranças do partido e consultores da Fundação Espaço Democrático. Mediado pelo jornalista Sérgio Rondino, o programa teve a participação de integrantes do corpo diretivo da fundação – Alfredo Cotait, presidente da fundação e do Diretório Estadual de São Paulo, Guilherme Afif Domingos, presidente do Conselho Consultivo, Vilmar Rocha, coordenador nacional de Relações Institucionais, João Francisco Aprá, diretor-superintendente, Ivani Boscolo, secretária nacional do PSD Mulher, e Ricardo Patah, coordenador nacional do PSD Movimentos. Além deles, colaboradores do Espaço Democrático participaram da conversa: o médico Antonio Roberto Batista, o advogado e professor de Relações Internacionais Hélio Michelini, o ex-presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e ex-secretário municipal de Saúde da cidade de São Paulo Januario Montone, os economistas Luiz Alberto Machado e Roberto Macedo, os cientistas políticos Rogério Schmitt e Rubens Figueiredo, o sociólogo Tulio Kahn e o jornalista Woile Guimarães.

O presidente do PSD abordou todos os temas colocados para sua análise. Falou sobre a dificuldade de aprovação das urgentes reformas tributária e administrativa – “O debate das reformas econômicas necessárias infelizmente ficou no campo das vaidades, não houve trabalho sério na Câmara para levar à frente essa discussão”. Analisou a política externa do governo – “Nossa política externa está sendo mal conduzida, na contramão do que seria correto, e se não houver uma mudança rápida vamos pagar muito caro”. Fez uma detalhada análise do cenário político-partidário brasileiro para as eleições presidenciais de 2022 e reafirmou a intenção do PSD de ter uma candidatura própria: “Não há sentido em não dar prioridade às candidaturas próprias nas eleições para o governo dos Estados e também para a presidência da República, mas na ausência delas, fazer alianças seletivas”.


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