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{ CADERNO DEMOCRÁTICO }

Debate sobre estatais deve perder o viés ideológico

Fascículo intitulado “Retrato (pouco positivo) das estatais brasileiras” traz entrevista do economista Márcio Holland para a fundação

O debate sobre as privatizações é o tema da mais recente publicação da fundação do PSD, o Caderno Democrático intitulado Retrato (pouco positivo) das estatais brasileiras. O fascículo, já disponível para leitura on-line ou download gratuito, traz a íntegra da entrevista do economista Márcio Holland, doutor em Economia pela Unicamp, para o programa Diálogos no Espaço Democrático (assista aqui).

Professor da Escola de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e ex-secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda (2011-2014), Holland diz que as discussões precisam deixar o campo ideológico e passar para o técnico: “A privatização de estatais não é remédio para todos os males, como podem fazer crer os liberais, e nem um pecado, como fazem acreditar os intervencionistas”. Para ele, não há justificativa para manter empresas públicas deficitárias e que atuam em mercados já bem atendidos pela iniciativa privada.

Holland foi entrevistado pelo jornalista Sérgio Rondino, âncora do programa, pelo coordenador de Relações Institucionais do Espaço Democrático, Vilmar Rocha, pelo ex-ministro e ex-presidente da CESP Andrea Matarazzo, pelos cientistas políticos Rubens Figueiredo e Rogério Schmitt e pelo economista Luiz Alberto Machado.

Holland que coordena o Observatório de Estatais, centro de pesquisa independente, apartidário e multidisciplinar da FGV, contabiliza que o País tem mais de 440 empresas públicas em seus três níveis de governo. “São cinco vezes mais estatais que a média dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE); temos tantas estatais ou mais que uma ex-economia socialista”, diz.


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