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{ GESTÃO }

ESG na administração pública em debate no Espaço Democrático

Economista Roberto Macedo defendeu que os conceitos podem ser aplicados não só por empresas

Foto: Scriptum

 

Redação Scriptum

 

É possível aplicar os preceitos do ESG (Environmental, Social and Corporate Governance, na sigla em inglês), na gestão pública? Esta foi a discussão conduzida pelo economista Roberto Macedo na reunião semanal do Espaço Democrático, a fundação para estudos e formação política do PSD, nesta terça-feira (9).

O ESG é um conceito aplicado a empresas. O primeiro pilar deste tripé – o enviromental – são as práticas que protegem os recursos naturais, como reduzir a emissão de poluentes e impactar positivamente o meio ambiente. O segundo é o engajamento social, que considera desde as políticas de diversidade para o local de trabalho até projetos para reduzir a desigualdade na sociedade. O último dos três pilares – corporate governance – é a adoção de condutas de gestão éticas e transparentes.

Macedo acredita que é possível nortear a gestão pública de forma a assimilar os conceitos do ESG com o propósito final de “promover o crescimento mais forte do PIB e dar um futuro melhor ao País”. Ele cita que o pilar ambiental pode ser perfeitamente adotado com iniciativas como, por exemplo, o estímulo à geração de energia renovável, como a éolica e a solar.

O braço da inclusão social, de acordo com o economista, pode ser desenvolvido com melhores práticas nas áreas de educação, saúde, habitação e programas específicos como o Bolsa Família.

E a efetiva governança do Estado deve ser perseguida com as reformas administrativa e tributária e a aceleração de concessões e privatizações.

Participaram da reunião semanal do Espaço Democrático o jornalista Eduardo Mattos, assessor de Comunicação/Scriptum, o gestor público e consultor em saúde Januário Montone, o superintende do Espaço Democrático, João Francisco Aprá, o gestor público Júnior Dourado, os economistas Luiz Alberto Machado e Roberto Macedo, os cientistas políticos Rogério Schmitt e Rubens Figueiredo, o jornalista/Scriptum e coordenador de Comunicação do Espaço Democrático, Sérgio Rondino, e o sociólogo Tulio Kahn.


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