Explicando a complicada eleição dos Estados Unidos

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DIÁLOGOS NO ESPAÇO DEMOCRÁTICO

 

 

 

Muita gente ainda não entende como, em 2016, a candidata democrata à presidência dos Estados Unidos, Hillary Clinton, perdeu a eleição para o republicano Donald Trump mesmo somando mais votos: 65,8 milhões de votos contra 62,9 milhões. A explicação está no peculiar sistema eleitoral americano, criado juntamente com a Constituição do país, em 1787. Ao contrário do que acontece no Brasil, nos EUA nem sempre quem tem mais votos populares leva. “Na prática, são 51 eleições separadas, cada Estado faz a sua, e olhar o total de votos somados não faz sentido”, explica o cientista político Rogério Schmitt em entrevista para o programa “Diálogos no Espaço Democrático”, produzido fundação do PSD e disponível no Youtube.

Conduzido pelo jornalista Sérgio Rondino e com a participação do cientista político Rubens Figueiredo e da consultora política Vera Galante, o programa mostra, de maneira didática, como se dá a eleição americana. “Ganha aquele que recebe mais votos no Colégio Eleitoral”, aponta Schmitt. “O número mágico da eleição dos Estados Unidos é 270, que é metade dos votos mais um”.

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