Explicando a complicada eleição nos Estados Unidos

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CADERNO DEMOCRÁTICO

Muita gente ainda não entende como, em 2016, a candidata democrata à presidência dos Estados Unidos, Hillary Clinton, perdeu a eleição para o republicano Donald Trump mesmo somando mais votos em todo o país: 65,8 milhões de votos contra 62,9 milhões. A explicação está no peculiar sistema eleitoral americano, criado juntamente com a Constituição do país, em 1787. Ao contrário do que acontece no Brasil, nos EUA nem sempre vence quem tem mais votos da população, conforme mostra a mais recente publicação do Espaço Democrático, o fascículo “Explicando a complicada eleição nos Estados Unidos”, já disponível para download gratuito ou leitura online.

O caderno traz a íntegra do programa “Diálogos no Espaço Democrático” (assista aqui) –, produzido pela fundação do PSD – do qual participaram os cientistas políticos Rogério Schmitt e Rubens Figueiredo, a CEO da Empower Consultoria, Vera Galante, e o jornalista Sérgio Rondino, que coordena e apresenta a série.

“Na prática, são 51 eleições separadas, cada Estado faz a sua, e olhar o total de votos somados não faz sentido”, explicou Rogério Schmitt. O diálogo entre eles mostra, de maneira didática, como se dá a escolha dos 538 membros do Colégio Eleitoral que elege o presidente dos Estados Unidos.

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