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{ ENTREVISTA }

‘Ganha a eleição quem conquistar o centro’, afirma Kassab

Presidente nacional do PSD analisou cenários para a eleição presidencial de 2026 em entrevista para o economista-chefe da Warren Investimentos, Felipe Salto

Kassab em entrevista a Felipe Salto: “Vai ganhar a eleição aquele que avançar mais para o centro”

Edição Scriptum

Em entrevista concedida ao economista-chefe da Warren Investimentos, Felipe Salto, o secretário de Governo e Relações Institucionais do Estado de São Paulo e presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, analisou as perspectivas da centro-direita para as eleições presidenciais de 2026. A entrevista foi realizada para o programa Warren Política, transmitido no canal do YouTube da corretora e gestora de patrimônios.

Perguntado sobre estratégias e possíveis nomes que devem ser apoiados pelo partido na disputa pelo Palácio do Planalto no próximo ano, entre eles o do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, Kassab disse que o cenário ainda está sendo definido e depende de circunstâncias estaduais e nacionais. Entretanto, ressaltou que o caminho para a construção de uma candidatura apoiada pelo PSD deve levar em conta os eleitores que querem o fim da polarização política no País. “O presidente Lula e o presidente Bolsonaro têm pesos muito grandes, um na esquerda e o outro na direita. Isso é inegável. Mas vai ganhar a eleição aquele que avançar mais para o centro. Nosso foco é o centro. Temos que ter um candidato que traga todos os eleitores, principalmente, os do Bolsonaro, mas que traga os outros também. Não podemos trazer o Bolsonaro e perder o centro”, explicou Kassab.

Ainda segundo o secretário e dirigente partidário, apesar dos bons índices registrados na economia, com inflação e desemprego em queda, há riscos fiscais consideráveis, que são agravados pelo fato de que o governo Lula tem dificuldade para cortar gastos. “Hoje os números não devem preocupar muito o governo, mas o quadro é preocupante. Nós estamos deixando uma bomba-relógio para o futuro, o desequilíbrio fiscal, que vai comprometer muito a saúde administrativa do País e do governo federal. E não vejo o PT fazendo a lição de casa, caso se reeleja. O PT não corta gastos.”

A íntegra da entrevista pode ser conferida aqui.


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