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Inclusão social: para Alda, desafio é dar autonomia às pessoas pobres

A coordenadora do Conselho de Desenvolvimento do Espaço Democrático defende soluções para que as pessoas possam viver sem assistência pública.

A vice-prefeita de São Paulo, Alda Marco Antonio, coordenadora do Conselho de Desenvolvimento e Inclusão Social do Espaço Democrático, acredita que o grande desafio na área social, em todo o País, não é apenas atender as milhões de pessoas pobres que dependem da ação dos governos para viver com um mínimo de dignidade. “É preciso também colaborar para sua autonomia, ou seja, para que encontrem forma de viver sem assistência pública”, afirma.

Na terça-feira (14/02), ela coordenou a primeira reunião do Conselho de Desenvolvimento e Inclusão Social, na qual foi discutida a metodologia de trabalho a ser seguida pelos integrantes do grupo. Alda acredita que a faixa etária menos atendida hoje pelos programas sociais é a dos adolescentes. “É necessário ampliar os programas de atenção a essa faixa etária, com maior permanência na escola e diversificação nas ofertas de aprendizado”. Para ela, “o Estado tem que passar aos jovens a certeza de que existe um lugar adequado para eles na sociedade. E para isso é preciso prepará-los”.

Alda diz que a experiência na Prefeitura de São Paulo mostra que a realidade da cidade é diferente da do resto do País. “São Paulo tem a tradição de receber migrantes, sejam brasileiros ou estrangeiros. Eles vêm para cá em busca de oportunidades de trabalho, de formação, de negócios, para tratamento de saúde ou simplesmente turismo. Há os que não conseguem sucesso em seu objetivo e acabam se fixando por aqui. É o paradoxo da cidade grande, a maior do Brasil, com mais de 11 milhões de habitantes e que tem dentro de si uma cidade pobre, formada, com certeza, por mais de um milhão de pessoas carentes, que necessitam da ação do governo para viverem minimamente com dignidade. O desafio de nossa cidade é o de atender essas pessoas, buscando não somente assisti-las mas também colaborar para sua autonomia”, afirma.


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