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Kassab a empresários: ‘Programa do PSD será formulado de forma inovadora’

Conteúdo será definido pelas discussões nos diretórios regionais, que serão promovidas pelo Espaço Democrático, e pelos conselhos temáticos.

“Acredito que nos próximos cinco ou seis meses nós já tenhamos definido esse programa partidário”, disse o prefeito.

O Partido Social Democrático (PSD) pretende definir seu programa nos próximos meses, a partir dos resultados de seminários regionais que serão promovidos pelo Espaço Democrático, que é a Fundação para Estudos e Formação Política do partido. E o primeiro desses seminários vai acontecer na próxima sexta-feira, dia 3 de fevereiro, em Curitiba, num processo de participação política que o PSD pretende cultivar como uma de suas diferenças em relação aos partidos tradicionais do Brasil.

Essa foi uma das informações que o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, levou a cerca de 20 executivos de empresas multinacionais que almoçaram com ele nesta segunda-feira (30) na Câmara Americana de Comércio (Amcham-SP), em São Paulo.

“Acredito que nos próximos cinco ou seis meses nós já tenhamos definido esse programa partidário, que consideram um verdadeiro projeto para o Brasil”, disse Kassab, explicando que as discussões se processam também em cerca de vinte Conselhos Temáticos do Espaço Democrático. “Eles têm a dimensão e a qualidade de um gabinete ministerial”, afirmou.

“Os partidos normalmente nascem com um programa definido. Nós fizemos diferente, inovamos. Nossas diretrizes, porém, mostram a que veio o PSD. Somos a favor das liberdades individuais, da liberdade de imprensa e de mercado, e de uma forte presença do Estado na prestação de serviços fundamentais como a saúde e a educação”, explicou Kassab.

Ao contar a história do nascimento do partido, o presidente do PSD também citou outro ponto que considera importante na postura política do partido: não cometer o equívoco, bastante comum no Brasil, de fazer oposição pelo simples princípio de ser ‘do contra’. “Na última eleição presidencial, declarei meu apoio ao candidato do PSDB, José Serra. Para mim, era a melhor escolha. Mas uma vez passado o período eleitoral, não fazia sentido ser contra toda e qualquer proposta da presidente Dilma Rousseff (PT), mesmo as propostas com as quais eu concordava e que eram boas para o Brasil. Não faz sentido torcer para dar errado”, disse.
 
Kassab afirmou ainda que as alianças para as eleições municipais deste ano estão em aberto, e que as possibilidades com PT e PSDB ainda não se esgotaram. “Tentamos uma parceria com o PSDB em torno do nome do vice-governador Guilherme Afif Domingos. Se não houver interesse, poderemos conversar com o PT. Não queremos transformar isso num leilão de interesses, nosso foco é um projeto para a cidade de São Paulo. Defenderemos o que for melhor para o município.”


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