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{ Publicação }

Neopopulismo é tema de novo Caderno Democrático

Fascículo já está disponível para leitura on-line ou download no site da fundação

Publicação traz a íntegra da palestra sobre o tema feita por Vilmar Rocha, ex-deputado federal, e a cientista política Juliana Fratini.

O que é populismo? O que caracteriza os líderes populistas? Como e por que conseguem conquistar a admiração das massas? Essas questões são abordadas na mais recente publicação lançada pelo Espaço Democrático – a fundação para estudos e formação política do PSD. O fascínio do neopopulismo, já disponível para leitura on-line ou download na área de publicações do site da fundação, traz a íntegra da palestra sobre o tema feita por Vilmar Rocha, ex-deputado federal, e a cientista política Juliana Fratini.

Para Vilmar, líderes populistas – de esquerda ou de direita – são sérias ameaças à democracia liberal. Para conquistar e manter o poder, desprezam as leis, as instituições e a imprensa livre, pregam o ódio entre pessoas e classes, proclamam-se os únicos capazes de salvar a pátria, manipulam demagogicamente os sentimentos e a opinião da população. Ele apresentou um histórico do populismo na América Latina, desde a década de 1950, período marcado por líderes como o brasileiro Getúlio Vargas e o argentino Juan Domingo Perón, até o ápice do que ele chamou de “neopopulismo de esquerda”, no início dos anos 2000, quando surgiram Lula, Hugo Chavez, Evo Morales e outros.

Por sua vez, Juliana Fratini ponderou “que o populismo é um problema inerente às democracias liberais, regimes em que existe uma competição democrática pelo poder, na qual forças, atores, interesses e grupos buscam capturar a atenção das pessoas por intermédio de figuras carismáticas”. Ela frisou que a insatisfação das pessoas com os governantes também fortaleceu o populismo nos últimos anos. “A gente vem de uma crise do Estado de bem-estar social. As instituições democráticas e liberais não conseguiram dar conta de todos os anseios da sociedade, não conseguiram acabar com o problema da pobreza, não conseguiram dar educação a todos. Não estou falando apenas de América Latina, mas do mundo todo.”


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