O comércio e a pandemia: situação e perspectivas

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DIÁLOGOS NO ESPAÇO DEMOCRÁTICO

 

 

Pelo menos 20 mil lojas fecharam em São Paulo desde março, encolhendo o mercado de trabalho do setor em 80 mil postos, segundo estimativas da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Este cenário dramático poderia ter sido minimizado se os recursos de crédito liberados pelo governo federal tivessem chegado aos empresários, especialmente aqueles de pequeno e médio portes. “O dinheiro não apareceu porque não há estrutura operacional para levá-lo a quem precisa, e poderia ter salvado muitas empresas”, diz Alfredo Cotait Neto, presidente da Associação Comercial de São Paulo e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP).

Entrevistado do programa “Diálogos no Espaço Democrático”, produzido pela TV da fundação do partido e disponibilizado no Youtube, Cotait, que é presidente do Conselho Curador da Fundação Espaço Democrático, fez uma análise dos impactos da pandemia do coronavírus sobre o comércio varejista da maior cidade do País. Ele destacou que o processo ainda está em curso: “Muitas empresas que ainda estão tentando sobreviver vão ficar pelo caminho”.

Cotait foi entrevistado pelos economistas Luiz Alberto Machado e Roberto Macedo, pela senadora suplente Ivani Bôscolo e pelo jornalista Sérgio Rondino. A entrevista com o presidente da Associação Comercial de São Paulo é mais uma da série realizada pela fundação para tratar dos efeitos do coronavírus. Elas podem ser vistas aqui.

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