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{ CADERNO DEMOCRÁTICO }

O desafio do saneamento básico no Brasil

Publicação da fundação do PSD traz a íntegra da entrevista do engenheiro Paulo Ferreira, ex-secretário nacional de Saneamento Ambiental

 

 

 

O novo marco legal do saneamento básico, aprovado pelo Congresso Nacional em junho, é um grande avanço no sentido de reduzir a enorme quantidade de brasileiros que ainda não têm água tratada, nem coleta e tratamento de esgotos – e menos ainda coleta e tratamento de resíduos sólidos. Mas a nova lei não será suficiente se não houver pressão popular, avalia o engenheiro Paulo Ferreira, doutor em Engenharia Hidráulica pela Escola Politécnica da USP e ex-secretário nacional de Saneamento Ambiental na mais recente publicação do Espaço Democrático, o fascículo “O Desafio do saneamento básico”, já disponível gratuitamente para download ou leitura online.

A publicação traz a íntegra da entrevista de Ferreira ao programa “Diálogos no Espaço Democrático”, produzido pela TV da fundação do PSD e disponibilizado no Youtube (assista a íntegra). Para ele, “a população precisa se conscientizar de que tem direito ao saneamento para poder influenciar, pressionar autoridades públicas. A minha esperança é que a mobilização da sociedade leve à aplicação da lei”.

Ferreira foi entrevistado pelo coordenador de Relações Institucionais do Espaço Democrático, Vilmar Rocha, pelo ex-presidente da ANS (Agência Nacional de Saúde) e ex-secretário municipal de Saúde de São Paulo, Januario Montone, pelo biomédico Roberto Martins Figueiredo (conhecido na tevê e redes sociais como dr. Bactéria), e pelo jornalista Sérgio Rondino. Entre outros temas, destacou que a universalização do fornecimento de água e coleta de esgotos no Brasil exigirá cerca de R$ 500 bilhões, dinheiro que o poder público não tem. “Sem a iniciativa privada não conseguiremos cumprir a meta de universalização em 2033, e a entrada das empresas vai depender de segurança jurídica e um ambiente saudável de negócios”.


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