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O novo cenário do sistema partidário brasileiro

Disponível para leitura on-line ou download, documento produzido pelo cientista político Rogério Schmitt mostra que, após um passado de rupturas, o País dispõe hoje de um sistema estável

Redação Scriptum

Já está disponível gratuitamente para leitura on-line ou download mais uma publicação do Espaço Democrático. Neste documento, o doutor e mestre em ciência política Rogério Schmitt faz uma atualização da história dos partidos políticos no Brasil. É um cenário que mudou bastante desde que, há 22 anos, ele publicou em livro uma análise das características do nosso sistema partidário em três momentos diferentes: o regime constitucional de 1946, o regime militar-autoritário e o regime constitucional de 1988.

No texto, Schmitt destaca que o retrospecto do funcionamento dos partidos políticos no Brasil é mais de sucessivas rupturas do que de continuidade partidária. Lembra que, por ocasião da publicação de seu livro, costumava dizer que as legendas nas quais as pessoas então votavam, não eram as mesmas que buscavam os votos de seus avós. “Mas, passados 20 anos, esse cenário mudou. E mudou para melhor”, afirma.

De acordo com ele, o sistema partidário construído na década de 1980 já se tornou o mais longevo da história republicana. “Nossos filhos, agora, votam nos mesmos partidos da geração anterior”, ressalta.

Doutor e mestre em ciência política pelo antigo IUPERJ (atual IESP/UERJ) e bacharel em ciências sociais pela UFRJ, Rogério Schmitt foi professor de ciência política na USP, na PUC-RJ, na PUC-SP e na FESPSP. Atualmente, além de colaborador do Espaço Democrático, é analista político da Empower Consultoria.

 


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