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{ DIÁLOGOS NO ESPAÇO DEMOCRÁTICO }

Olimpíadas: como podemos avançar mais?

Para Marcelo Teixeira, da Unisanta, parcerias entre universidades e instituições com empresas podem ser a saída

 

 

O Brasil conquistou em Tóquio 21 medalhas – sete de ouro, seis de prata e oito de bronze –, recorde na história de sua participação nos Jogos Olímpicos. Apesar do desempenho histórico, o resultado ainda é proporcionalmente inferior ao de países que levaram às Olimpíadas delegações com número similar de atletas – o Brasil teve 302 atletas, contra 372 da Itália (40 medalhas), 330 do Comitê Olímpico Russo (71 medalhas), e 277 da Holanda (36 medalhas).

Melhorar esse cenário não passa apenas pela definição de políticas públicas para fomentar os esportes olímpicos, segundo aponta Marcelo Teixeira, empresário dos setores da educação e comunicação em entrevista ao programa Diálogos no Espaço Democrático, produzido pela TV da fundação do PSD e disponível tanto em seu canal de Youtube quanto em seu podcast.

Para Teixeira, que é presidente do conselho e pró-reitor administrativo da Unisanta (Universidade Santa Cecília) e presidente do Sistema Santa Cecília de Comunicação, são necessárias diretrizes que permitam aos clubes e entidade se associarem a parceiros privados. “Há poucos recursos financeiros disponíveis e por isso é importante a parceria com a iniciativa privada”, diz ele.

Teixeira fala com conhecimento de causa, já que tem uma história de sucesso na gestão do esporte. Uma das medalhas de ouro brasileiras trazidas do Japão é de uma atleta da Unisanta, Ana Marcela Cunha, vencedora da maratona aquática – ela faz parte do time da universidade, em Santos, desde 2007. Antes disso ele foi eleito, com apenas 27 anos, o mais jovem presidente da história do Santos Futebol Clube, que dirigiu entre 1992 e 1993 e de 2000 a 2009.

O empresário foi entrevistado pelo jornalista Sérgio Rondino, âncora do programa de entrevistas, juntamente com o economista Luiz Alberto Machado e o cientista político Rubens Figueiredo. Na conversa, Teixeira defendeu que o Brasil crie pólos para desenvolvimento de esportes específicos, como é o caso de Santos, onde a Unisanta criou o núcleo de natação no qual Ana Marcela se formou.


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