Onde o processo pode não dar certo

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REFORMA TRIBUTÁRIA

“O ideal é migrar para o Imposto sobre o Valor Agregado (IVA), mas aí tem de combinar com os ‘russos’”, disse o economista Felipe Salto

 

Se o governo não assumir o comando do debate da reforma tributária, o processo corre o altíssimo risco de dar errado. O diagnóstico é do economista Felipe Salto, diretor-executivo da Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão de monitoramento das contas públicas ligado ao Senado Federal. Salto é um dos grandes especialistas brasileiros sobre contas públicas. No ano passado ele fez palestra no Espaço Democrático – a fundação para estudo e formação política do PSD – na qual mostrou em detalhes a grave crise fiscal do País, a pior de sua história (leia aqui).

Em entrevista à repórter Adriana Fernandes, de O Estado de S.Paulo, ele destacou que a questão federativa brasileira é muito complexa. “O ideal é migrar para o Imposto sobre o Valor Agregado (IVA), mas aí tem de combinar com os ‘russos’”, disse. “O Executivo é o grande player na reforma tributária porque o Brasil tem um modelo federativo que é muito centralizado. Apesar de ter descentralizado receitas e atribuições, tudo depende da União”, lembrou. Leia a íntegra da entrevista ao Estadão.

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