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Pacheco tem noção clara das prioridades do Brasil

Cenário da disputa eleitoral do ano que vem foi discutido na reunião semanal do Espaço Democrático

 

Reunião semanal do Espaço Democrático Foto: Scriptum

 

Redação: Scriptum

 

Um homem de boas formulações, ideias claras e noção exata das prioridades para o Brasil. Assim o coordenador de Relações Institucionais do Espaço Democrático, Vilmar Rocha, definiu a fala do presidente do Senado e provável candidato do PSD à presidência da República, Rodrigo Pacheco, na Associação Comercial de São Paulo, na última segunda-feira (22). A análise de Vilmar foi feita na reunião semanal do Espaço Democrático – a fundação para estudos e formação política do PSD – nesta terça-feira (23).

“Ele elencou as prioridades para o Brasil, norteadas por princípios de justiça e verdade: ambiente, educação, equilíbrio fiscal e crescimento econômico com aumento do emprego e renda”, apontou Vilmar, que disse entender a principal justificativa de Pacheco para não se posicionar abertamente como pré-candidato neste momento: “Ele é o chefe do Congresso Nacional, o chefe de um poder da República, e tem que agir de maneira coerente com o cargo que ocupa.”

Outros movimentos no tabuleiro da sucessão presidencial também foram temas da reunião: as prévias do PSDB, a pré-candidatura do ex-juiz Sérgio Moro, já antecipando colaboradores de sua provável equipe de campanha, e as últimas pesquisas eleitorais. O cientista político Rubens Figueiredo, por exemplo, alertou para a grande disparidade entre os números das últimas pesquisas publicadas.

Outro tema discutido foi a resistência da inflação, apesar dos sistemáticos aumentos da taxa Selic pelo Banco Central, e as perspectivas para a economia brasileira no próximo ano. O economista Luiz Alberto Machado destacou que o fenômeno não é uma exclusividade brasileira, mas de todo mundo, um impacto da pandemia do coronavírus. “Nos Estados Unidos a inflação está em 6,5%, 7%”, lembrou. “No Brasil, a redução da atividade econômica pode determinar a queda da inflação no ano que vem”. Já o economista Roberto Macedo previu que o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) deve anunciar em dezembro outra queda do PIB (Produto Interno Bruto). “Isto significa que entraremos em recessão técnica”, disse.

 


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