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{ DIÁLOGOS NO ESPAÇO DEMOCRÁTICO }

Racismo, pandemia e eleições nos EUA

TV Espaço Democrático entrevista o cientista político Paulo Kramer

 

 

Mais do que as centenas de manifestações contra o racismo após a morte do afro-americano George Floyd por um policial branco, ou os milhares de mortos deixados pela pandemia do coronavírus, é uma outra variável que pode fazer a diferença nas eleições presidenciais dos Estados Unidos, marcadas para novembro: a capacidade do republicano Donald Trump e do democrata Joe Biden convencerem os seus eleitores a saírem de casa e irem até as urnas em um país no qual o voto não é obrigatório. A análise é do cientista político Paulo Kramer, em entrevista ao programa “Diálogos no Espaço Democrático”, produzido pela TV da fundação do partido e disponibilizado no Youtube.

“Em 2008, Barack Obama desenvolveu ferramentas tecnológicas eficazes que tiraram as pessoas de casa para votar e isso foi decisivo para a vitória dele”, aponta Kramer. Ele acredita que no contexto da campanha eleitoral a questão do racismo terá um peso menor, mas pondera que o coronavírus pode ser um complicador nas pretensões de Trump. “O eleitorado afro-americano é pequeno, cerca de 15% do colégio, mas a pandemia pode jogar contra a reeleição de Trump se a conta das vítimas for alta”.

Kramer, que é professor aposentado de Ciência Política da Universidade de Brasília (UnB), assessor parlamentar e consultor de empresas em análise de risco político, foi entrevistado pelos cientistas políticos Rogério Schmitt e Rubens Figueiredo, além do jornalista Sérgio Rondino. O senador Nelsinho Trad (PSD), presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional do Senado também participou do programa.


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