Reforma administrativa pode ser feita sem mexer na Constituição

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A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da reforma administrativa, em tramitação no Congresso Nacional, tem um lado positivo: finalmente o Brasil está discutindo o assunto. Mas, na outra mão, tem um lado muito negativo: pode deixar tudo como está pelos próximos 30 ou 40 anos. A avaliação é da economista Ana Carla Abrão, personagem da mais recente publicação do Espaço Democrático, intitulada Reforma administrativa pode ser feita sem mexer na Constituição. O fascículo está disponível para leitura online ou download no site da fundação.

O caderno traz a íntegra da entrevista dada por Ana Carla ao programa Diálogos no Espaço Democrático, produzido pela fundação do PSD e disponível em seu canal de Youtube. Ela foi entrevistada pelo jornalista Sérgio Rondino, âncora do programa de entrevistas e debates, com os cientistas políticos Rogério Schmitt e Rubens Figueiredo, o economista Luiz Alberto Machado, o coordenador nacional de Relações Institucionais do Espaço Democrático, Vilmar Rocha, e o ex-embaixador e ex-presidente da Cesp Andrea Matarazzo.

Doutora em economia pela Universidade de São Paulo (USP), Ana Carla é head do escritório da Oliver Wyman – empresa americana de consultoria em gestão – no Brasil. Para ela, a proposta poderia ter sido simplificada a partir do que realmente interessa. “Nós deveríamos começar pela revisão e racionalização das carreiras atuais, pela retirada dos privilégios inaceitáveis como promoção e progressão automáticas, auxílios, férias de 60 dias, enfim, os penduricalhos que existem”, aponta. “Mudanças que poderiam ser feitas sem emendas constitucionais e que permitiriam reduzir a pressão sobre as contas de Estados e municípios, que continuam se deteriorando”.

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