Um novo e alarmante retrato da Cracolândia

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CADERNO DEMOCRÁTICO

O psiquiatra Ronaldo Laranjeira, coordenador da Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas da Escola Paulista de Medicina

 

O investimento feito pelo poder público na Cracolândia tem dado pouco ou quase nenhum resultado. Os números, ano a ano, só pioram, como mostra levantamento feito pela Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas da Escola Paulista de Medicina, realizado no final de 2019 sob o comando do psiquiatra Ronaldo Laranjeira, coordenador da unidade. O detalhamento da pesquisa é destacada na mais recente publicação do Espaço Democrático – a fundação de estudos e formação política do PSD –, o caderno “Um novo e alarmante retrato da Cracolândia”, disponível para leitura online ou download gratuito.

A extensa área da região central de São Paulo abriga, hoje, quase 2.200 dependentes à noite, o horário de maior fluxo, e é amplamente dominada pelo tráfico de drogas, que oferece segurança aos usuários e fatura ali, mensalmente, R$ 10 milhões. Alguns números impressionam: 58,3% apresentam quadro psicótico; 68,4% são portadores de HIV e 62% de sífilis; 46% roubam para comprar droga.

O fascículo “Um novo e alarmante retrato da Cracolândia” traz a íntegra da apresentação de Laranjeira no programa “Diálogos no Espaço Democrático”, produzido pela TV da fundação do PSD e disponível em seu canal do Youtube (assista aqui).

Coordenado e apresentado pelo jornalista Sérgio Rondino, o programa teve as participações de Alda Marco Antonio, que foi secretária de Assistência e Desenvolvimento Social da Prefeitura de São Paulo e é coordenadora nacional do PSD Mulher; de Januario Montone, consultor em Saúde, ex-presidente da Agência Nacional de Saúde e ex-secretário de Saúde de São Paulo; de Andrea Matarazzo, ex-secretário de Coordenação das Subprefeituras e ex-vereador de São Paulo; e da socióloga Gleuda Apolinário, pesquisadora da Unifesp e ex-coordenadora estadual de Política sobre Drogas.

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